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Carlos do Carmo apadrinha “Bate, bate coração“

“Há uns tempos comecei a sentir que o meu coração não acompanhava o meu ritmo. Como naquele fado que eu canto: “coração independente, coração que não comando”.

Senti alguma inquietação, consultei o meu médico, e ele disse-me que tinha uma arritmia. Aconselhou a que eu colocasse um pacemaker.

Desde então, continuo a cantar normalmente, tenho uma vida normalíssima, sinto-me bem e sinto-me seguro. Se tiver problemas não se esqueça, consulte o seu médico, não hesite. E já agora, peço-lhe uma coisa: junte-se a nós nesta campanha, “Bate, bate coração”, vai ver...Ah! Não se esqueça, não perca o seu ritmo, está bem?”   

Veja o testemunho de Carlos do Carmo na secção Multimédia